Exposição "Academismo"

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Entre 9 de agosto e 1º de setembro de 2010, a Casa da Cultura Mário Machado Nicoliello abrigará a exposição "Academismo", que é parte do projeto "Arte Brasil: um giro em nossa história", composta por 40 reproduções de obras de importantes artistas do cenário cultural brasileiro dos séculos XIX e XX.

Debret
A expressão "Academismo" designa um estilo clássico de pintura desenvolvido na Europa, entre os séculos XVII e XIX. No Brasil, o estilo predominou entre o início do século XIX e o início do século XX, tendo como principais representantes Debret, Taunay, Rugendas, entre outros.

As obras são apresentadas de forma didática, unindo informação e entretenimento. A exposição é resultado de pareceria entre o SESC e a TECLA (Secretaria Municipal de Turismo, Esporte, Cultura e Lazer de Bom Jardim).

Centro Cultural deve ser inaugurado em setembro

In:
Está prevista para o final de setembro a inauguração do Centro Cultural Professora Margaret de Jesus.

Localizado na rua Cel. Luiz Corrêa, na antiga usina de café ao lado da sede da fazenda, o Centro Cultural abrigará espaços como: teatro, pró-memória, Projeto Mídia Digital, corredor de exposições, museu e salas para oficinas e atividades diversas. No seu entorno está sendo analisada a possibilidade de instalação de um parque infantil.

A Secretaria de Turismo, Esporte, Cultura e Lazer-TECLA, por meio do Projeto Mídia Digital e com o apoio das coordenações de leitura e de cultura, além do apoio da Biblioteca Pública Municipal João XXIII (ligada à Secretaria Municipal de Educação) está em campanha pelo resgate e conservação da memória do município. Para tanto, vem solicitando aos munícipes que emprestem fotos, filmes, periódicos e documentos antigos diversos para serem copiados por processo de digitalização (scanner) e assim fazerem parte do acervo digital do Centro Cultural. O material emprestado é copiado no mesmo instante e devolvido imediatamente ao colaborador.

VIB 2010 em Bom Jardim - cartaz

In:

Video Índio Brasil 2010 em Bom Jardim

In:
04 de julho de 2010 - Leia abaixo as SINOPSES dos vídeos e filmes do festival que ocorrerá entre os dias 31 de julho e 07 de agosto em Bom Jardim. É o VIB 2010 - Vídeo Índio Brasil 2010.

31 de julho de 2010

1 – “Já me transformei em imagem”

Direção: Zezinho Yube / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 32 min. / AC - Hunikui (Kaxinawá) / Livre

Sinopse: Comentários sobre a história de um povo, feito pelos realizadores dos filmes e por seus personagens. Do tempo do contato, passando pelo cativeiro nos seringais, até o trabalho atual com o vídeo, os depoimentos dão sentido ao processo de dispersão, perda e reencontro vividos pelos Huni kui.


2 – “De volta à terra boa”

Direção: Vincent Carelli / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 21min. / MT - Panará / Livre

Sinopse: Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.


01 de agosto de 2010

3 – “Corumbiara”

Direção: Vincent Carelli / Vídeo nas Aldeias / 2009 / 117 min. / RO - Akuntsu e Kanoê / Livre

Sinopse: Em 1985, o indigenista Marcelo Santos denuncia um massacre de índios na Gleba Corumbiara (RO) e Vincent Carelli filma o que resta das evidências. Bárbaro demais, o caso passa por fantasia e cai no esquecimento. Marcelo e sua equipe levam anos para encontrar os sobreviventes. Duas décadas depois, “Corumbiara” revela essa busca e a versão dos índios.

          Prêmios:

          - Menção Honrosa no É tudo verdade – 14º Festival Internacional de Documentário (São Paulo, 29, 29 e 31 de março – Rio, 30, 31 de março e 01 de abril – BSB – 22 e 23 de abril);

          - Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no IV Festival de Cinema Latino Americano de São Paulo (07/07 - MUSEU DA IMAGEM E DO SOM; 09/07 - TEATRO CACILDA BECKER (S. Bernardo Do Campo); 11/07 - CINEMATECA BRASILEIRA);

          - Prêmio de Melhor Documentário no 19º Festival Présence Autochtone - Muestra de Cine y Video Indígena de Montréal ( 11 a 21 de junho de 2009 - Montreal/Canadá);

          - Grande Prêmio Cora Coralina no XI FICA - Festiva Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental ( 16 a 21 de junho de 2009);

          - Prêmio de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Filme do Júri popular, Melhor Filme do Júri de Estudantes de Cinema no 37º Festival de Cinema de Gramado ( 09 a 15 de agosto de 2009);

          - Prêmio Manuel Diegues Jr. pela importância do tema; Prêmio Aquisição de Longa-Metragem - da TV Brasil e o Prêmio OCIC (Office Catholique International du Cinéma), na 14ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico);

          - Prêmio Anaconda 2010, categoria Documental.


02 de agosto de 2010

4 – “Kuhi ikugü, os Kuikuro se apresentam”

Direção: Coletivo Kuikuro de Cinema / Vídeo nas Aldeias / 2007 / 7 min. / MT - Kuikuro / Livre

Sinopse: Os Kuikuro apresentam sua história, desde seus antepassados, passando pelos conflitos com os brancos até as mudanças de suas vidas no mundo contemporâneo.


5 – “Pi’õnhitsi, mulheres Xavante sem nome”

Direção: Divino Tserewahú / Vídeo nas Aldeias / 2009 / 56 min. / MT - Xavante / Livre

Sinopse: Desde 2002, Divino Tserewahú tenta produzir um filme sobre o ritual de iniciação feminino, que já não se pratica em nenhuma outra aldeia Xavante, mas desde o começo das filmagens todas as tentativas foram interrompidas. No filme, jovens e velhos debatem sobre as dificuldades e resistências para a realização desta festa.



03 de agosto de 2010

6 – “Pajerama”

Direção: Leonardo Cadaval / 2008 / 9 min. / SP - Animação / Livre

Sinopse: Um índio é pego numa torrente de experiências estranhas, que revelam mistérios de tempo e espaço.

          Prêmios: Prêmio de Melhor Curta-metragem para a juventude no Festival Internacional de Oberhausen 2008; Prêmio de Melhor Curta-metragem (Júri Oficial) no Festival Internacional de Curtas-metragens de Belo Horizonte 2008; Prêmio de Melhor Curta de Animação no Festival de Cinema de Cartagena 2009 (Júri Oficial); Prêmio de Melhor Curta de Animação no Festival de Curtas de Sergipe – Cine SE; Prêmio de Melhor Curta-metragem de Animação e Melhor Trilha Sonora Original no Festival Audiovisual do Mercosul – FAM 2008; Prêmio de Melhor Curta-metragem de Animação no Festicine Amazônia 2008; Selecionado para a mostra paralela Jeune Public, do Festival de Curtas-metragens de Clermont-Ferrand; Melhor Trilha Sonora Original no Festival Guarnicê de Cinema (MA) 2008; Melhor Edição de Som no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá 2008; Melhor Trilha Original no Granimado 2008; Seleção Oficial do Festival de Cinema de Cartagena das Índias 2009 (Colômbia); Seleção Oficial do Festival de Animação Animadrid 2008.


7 – “Porahey”

Direção: Alunos da Oficina do projeto Ava Marandu / 2010 / 27'33'' / MS – Guarani / Livre

Sinopse: Registro sensível de histórias, sons e maneiras de fazer que alimentam o imaginário e cotidiano de um povo. Em outras palavras, são recortes do “universo” dos Guarani da aldeia Te'ýikue .


8 – “Imbé gikegü - cheiro de pequi”

Direção: Tarumã e Maricá Kuikuro / Vídeo nas Aldeias / 2006 / 36min. / MT - Kuikuro / Livre

Sinopse: É tempo de festa e alegria no Alto Xingu. A estação seca está chegando ao fim. O cheiro de chão molhado mistura-se ao doce perfume de pequi. Mas nem sempre foi assim: se não fosse por uma morte, o pequi talvez jamais fosse real. Ligando o passado ao presente, os realizadores kuikuro contam uma história de perigos e prazeres, de sexo e traição, onde homens e mulheres, beija-flores e jacarés constroem um mundo comum.

          Prêmios:

          - Menção Honrosa da III MoVA Caparaó, Espírito Santo (2006)

          - Prêmio Manuel Diégues Júnior, Museo del Folclore, na concepção - realização, 10ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico, Rio de Janeiro, 2006.

          - Menção Honrosa Média, concedida pela ABDeC na 10ª Mostra Internacional del Filme Etnográfico, Rio de Janeiro, novembro de 2006.

          - Prêmio Especial do Júri, Festival Internacional de Curtas de Rio de Janeiro CURTA CINEMA. Rio de Janeiro, 2006.

          - Melhor Curta-metragem, Festival Présence Autochtone de Terres en Vue, Montréal, Canadá, Junho de 2007


04 de agosto de 2010

9 – “Mokoi tekoá petei jeguatá - duas aldeias, uma caminhada”

Direção: Ariel Ortega, Jorge Morinico e Germano Benites / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 63min. / RS - Guarani-Mbya / Livre

Sinopse: Sem matas para caçar e sem terras para plantar, os Mbya-Guarani dependem da venda do seu artesanato para sobreviver. Três jovens Guarani acompanham o dia-a-dia de duas comunidades unidas pela mesma história, do primeiro contato com os europeus até o intenso convívio com os brancos de hoje.

Prêmios: Melhor filme do ForumDoc, Belo Horizonte, 2008.


05 de agosto de 2010

10 – “Kré”

Direção: Francele Cocco / 2009 / 8 min / RS – Kaigang / Livre

Sinopse: Dona Natália, índia moradora da reserva da Serrinha, explica a confecção de cestos e balaios kaigang, desde a extração da matéria prima, até a comercialização nas cidades do RS e SC.


11 – “Kene Yuxi, as voltas do kene”

Direção: Zezinho Yube / 2010 / 48min. / AC - Hunikui (Kaxinawá) / Livre

Sinopse: Ao tentar reverter o abandono das tradições do seu povo e seguindo as pesquisas do seu pai, o professor e escritor Joaquim Maná, Zezinho Yube corre atrás dos conhecimentos dos grafismos tradicionais das mulheres Huni Kui auxiliado por sua mãe.


06 de agosto de 2010

12 – “Indígenas digitais”

Direção: Sebastian Gerlic / 2010 / 26 min. / BA - Tupinambá (BA), a Pataxó Hahahãe (BA), Kariri-Xocó (AL), a Pankararu (PE), Potiguara (PB), Makuxi (RR) e Bakairi (MT) / Livre

Sinopse: Representantes de várias etnias relatam como celulares, câmeras fotográficas, filmadoras, computadores e, principalmente, a internet vêm sendo ferramentas importantes na busca das melhorias para as comunidades indígenas e nas relações destas com o mundo globalizado.


13 – “A gente luta, mas come fruta” / Vídeo nas Aldeias (PE) / 2006 / 40min. / AC - Ashaninka / Livre

Diretor: Valdete Pinhanta e Issac Pinhanta

Sinopse: O manejo agroflorestal realizado pelos Ashaninka da aldeia APIWTXA no rio Amônia, Acre. No filme eles registram, por um lado, seu trabalho para recuperar os recursos da sua reserva e repovoar seus rios e suas matas com espécies nativas, e por outro, sua luta contra os madeireiros que invadem sua área na fronteira com o Peru.

          Prêmios: - Prêmio Panamazônia 2007 de Melhor Produção áudiovisual da Action Aid Americas, março 2007. - Melhor Documentário no Cine Gaia, 2008, Rio de Janeiro, Brasil.

07 de agosto de 2010

14 – “Terra vermelha”

Direção: Marcos Bechis /2008 / 1h48min / Classificação 16 anos.

Sinopse: O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowá, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia.

Elenco: Matheus Nachtergaele (Dimas), Cláudio Santamaría (Roberto), Alicelia Baptista (Lia), Chiara Caselli (Beatrice), Abrisio Da Silva Pedro (Osvaldo), Ademilson Concianza Verga (Ireneu), Ambrósio Vilhalva (Nadio), Fabiane Pereira Da Silva (Maria), Eliane Juca Da Silva (Mami) e Leonardo Medeiros (Lucas Moreira).

Festival de vídeos sobre culturas indígenas

In:
03 de julho 2010 - Vídeo Índio Brasil (VIB) será realizado em Bom Jardim de 31 de julho a 7 de agosto.

Filmes vencedores de premiações nacionais e internacionais e recente produção audiovisual com temática indígena serão exibidos simultaneamente em Bom Jardim e em mais cem cidades do Brasil. Toda a programação terá entrada franca.

A terceira edição do Vídeo Índio Brasil (VIB) vai contemplar em 2010 cidades de todos os estados brasileiros. O festival acontece de 31 de julho a 07 de agosto, quando serão exibidos filmes com temática indígena em mais de cem cidades, simultaneamente. Bom Jardim é uma das escolhidas para receber o festival neste ano. Desde 2008, o VIB é realizado em Mato Grosso do Sul, estado com a segunda maior população indígena do país.

Em Bom Jardim o festival será realizado no Auditório Marino Pinto, Casa da Cultura Mário Machado Nicoliello, no centro da cidade (Rua Mozart Serpa de Carvalho, 190). Todos os dias, a partir das 18 horas, o Vídeo Índio Brasil vai apresentar uma programação com diferentes filmes, com entrada franca.

Neste ano, estiveram na disputa 80 filmes de todo o Brasil para compor a mostra audiovisual do projeto. A curadoria do VIB selecionou longas e curtas-metragens nas categorias documentário, ficção e animação, compondo uma diversidade de produções realizadas por índios e não índios que mostram, por meio do audiovisual, peculiaridades das culturas indígenas de todo o país.

O objetivo do festival é fortalecer e divulgar a temática indígena no Brasil. "O Vídeo Índio Brasil tornou-se um dos principais programas referentes à difusão das culturas indígenas no país. Como o Brasil é signatário da Convenção Mundial da Diversidade Cultural, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU), estamos dando nossa contribuição", resume o idealizador e diretor do VIB, o produtor cultural Nilson Rodrigues.

Na programação de abertura do festival, por exemplo, estão duas produções: “Já me transformei em imagem”, de Zezinho Yube, e “De volta à terra boa”, de Vincent Carelli, ambas do Vídeo nas Aldeias. O primeiro filme conta com a participação do povo Hunikui (Kaxinawá), do Acre, que relata a importância do registro audiovisual para a perpetuação da história da etnia - do tempo do contato, o cativeiro nos seringais até o trabalho atual com o vídeo. Outra produção que compõe a abertura, “De volta à terra boa”, é um registro sobre os Panará que narram a trajetória do reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu (MT), até a luta e reconquista da posse de suas terras.

Entre outros filmes que ainda compõem a mostra audiovisual estão: “Mokoi tekoá petei jeguatá – duas aldeias, uma caminhada”, de Ariel Ortega, Jorge Morinico e Germano Benites (Vídeo Nas Aldeias) sobre o cotidiano de duas comunidades Guarani na região sul do Brasil, que sem matas para caçar e sem terras para plantar, dependem da venda de artesanato nas cidades para sobreviver; “Terra vermelha”, ficção de Marcos Bechis sobre o conflito de terras dos Guarani-Kaiowá, em territórios indígenas de Mato Grosso do Sul e “Corumbiara”, de Vincent Carelli, premiado documentário brasileiro, vencedor do Kikito no Festival de Gramado 2009, que denuncia o massacre dos índios Akuntsu e Kanoê (Rondônia).

Eventos paralelos - Além da exibição dos filmes anunciados, as cidades brasileiras terão debates sobre questões indígenas e conteúdo das produções exibidas. Em Bom Jardim, a programação será divulgada em breve.

Histórico - O Vídeo Índio Brasil 2010 é patrocinado pelo Ministério da Cultura, Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural e Secretaria do Audiovisual. O projeto nasceu de uma mostra cinematográfica do 4º Festival de Cinema de Campo Grande – FestCine Pantanal, em 2007, em uma realização do CineCultura. No ano seguinte, o projeto tomou forma e as duas edições realizadas (2008 e 2009) contaram com o apoio do Ministério da Cultura, da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural e do Fundo Nacional de Cultura. O festival teve ainda apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério do Turismo. Em 2008, três cidades participaram do Vídeo Índio Brasil: Campo Grande, Dourados e Corumbá. No ano de 2009, o projeto ampliou seu circuito de exibição para sete cidades de MS.

Mais informações e programação completa podem ser obtidas com Marlon ou Marisa na Casa da Cultura ou pelo telefone 2566–3032. Para saber mais sobre o projeto e obter fotos, visite o site: http://www.videoindiobrasil.org.br/.

Nos próximos dias divulgaremos mais detalhes sobre esse evento.

Filme "Zico na rede"em Bom Jardim - GRÁTIS

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